domingo, 30 de setembro de 2012

2° Semestre/ Aula 8 (26/09)

Começamos com uma saudação do Judô, mãos afastadas no chão formando um triângulo, e inclinação da cabeça; e um breve alongamento...
como parte de aquecimento, rolamentos frente e costa, queda lateral e antebraço como explicadas detalhadamente nas postagens anteriores;
Fizemos tambem tecnicas do rodão (ossoto-gari), corpo em lateral, perna esquerda na frente puxava perna direita de tras duas vezes, após isso, movimento da perna direita elevando-se:
Depois um exercicio no chão, simulação de queda lateral, em posição, ao comando da prof a queda como nas fotos;

agora exercicios de rodão, duas pessoas juntas com a tecnica de gola-manga tentando tirar a perna do colega do chão com o rodão (ossoto-gari) tocando a perna de fora do colega com a PLANTA (sóla) do pé; depois podendo derrubar o colega;



Agora com o rodão por dentro (ouch-gari) uma das pernas em apoio com o solo e a outra entra entre as pernas do colega e puxa para tras;

ATENÇÃO, CUIDADO COM AS QUEDAS, NÃO TENHA MEDO DE CAIR, abaixo o aluno Sergio torceu o tornozelo devido ao receio da queda... ELE ESTA BEM AGORA! =D

agora as tecnicas de mão, abaixo o abração (koshi-guruma) começa com o gola-manga, o colega, e projeta seu quadril com o quadril do colega o-erguedo como mostra a imagem;
Ipon-seoinage (bananinha) pega-se no braço do colega projeta seu quadril no quadril do colega e o puxa para frente;

Tecica do "sovacão" quadril com quadril um de costas para o outro, o colega de costa segura sua manga e projeta o cotovelo do outro braço abaixo da axila do colega e o puxa para frente;

projeção toude-nace(frontal) pegar nos braços do colega e colocar o pé na faixa do quimono, cintura, e ergue-lo;


kani-bassani (tesoura) um aluno de pé outro deitado, o deitado projetara sua perna de cima, a frente do olega em pé e irá fazer um movimento parecido com uma tesoura cortando, e derrubara o colega

Imobilização: tate-shirogatame (carrinho na garagem) um colega deitado no tatame e outro projetado em cima dele, um dos braços por baixo de seu pescoço e o outro por de baixo da axila, as pernas se cruzavam nas pernas do colega, o objetivo era tentar escapar, que se feita a imobilização corretamente se torna impossivel;
Agora a imobilização de Yoko-shirogatame, agora o colega que esta por cima se projeta lateralmente com um braço abaixo do pescoço e outra na perna do colega;
estrangulamento: hadaka jime, com o antebraço na parte da frente do pescoço, e o outro na lateral aonde esta a força do estrangulamento;
Finalizamos a aula com uma brincadeira para relachar, todos formam um circulo, todos com os pés e pernas juntos, sentados, uma pessoa fica de pé no centro, estes que estão sentados esticam os braços, e a pessoa do centro se solta e é embalada pelos colegas sentados, que não podem deixa-la cair;





segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Aula 07 12/09/12

#Treinamento
Special judô fitness test
o teste consistia em realizar séries de ipon seio nage (bananinha).Um aluno realizaria essa série e os outros dois seria seus oponentes para este realizar a técnica.O aluno que iria aplicar a técnica ficava no centro do tatame,um aluno ficaria a sua direita em uma distância de 3 metros e o outro a sua esquerda também com a distância de 3 metros.O teste inicia-se com o aluno realizando a técnica durante 15 segundos sempre se deslocando de frente para o companheiro,aplicando a técnica.Realizada a primeira série,o aluno teria direito a um descanso de 10 segundos.As outas duas séries seriam com o dobro de tempo,ou seja, com 30 segundos mas com os mesmos 10 segundos de repouso.
Objetivo do teste :Avaliar a potência aeróbia e capacidade anaeróbia do aluno (atleta) que aplica a técnica do ipon seio nage.

A evolução sócio-histórica do judô - Comentários



O texto de Cordeiro Jr faz uma crítica à sociedade moderna, que está cada vez mais alheia ao desenvolvimento humano e cada vez mais baseada na lógica formal e no materialismo, propondo, como uma das formas para mudança dessa filosofia, um novo método do ensino do judô, cujo qual mostraria sua evolução sócio-histórica, denotando o dinamismo e o caráter provisório, no que diz respeito à evolução das técnicas aplicadas, do esporte e refutando a prática do judô como sendo apenas a estática aplicação de técnicas apuradas.
O judô teve seu início no Japão feudal, onde classes menos favorecidas que não tinham acesso às espadas, que por sua vez eram destinadas aos samurais, reuniam-se para a prática do jiu-jítsu, para que quando fossem confrontados pelos samurais pudessem aplicar golpes de imobilização e de morte sem que fossem atingidos pela espada. Mais tarde, com a urbanização do Japão, a necessidade social histórica torna-se o convívio urbano, com leis e o governo. Pensando nisso, Jigoro Kano, o precursor do judô, pensa numa luta que mantivesse a tradição japonesa, mas que não levava aos golpes mortais, pois já não era necessário. É importante ressaltar que o judô, assim como outras lutas, surgiu não pela ideia espontânea de um homem, mas sim pelas necessidades sociais enfrentadas pelo povo em determinada época. Por isso, o autor ressalta a importância da demonstração do jiu-jítsu aos alunos que estiverem iniciando a prática do judô, construindo dessa forma a fundamentação histórico-social que envolve o judô. A partir desse momento, o judô passa a delinear-se como uma luta baseada em fundamentos essenciais: quedas e rolamentos, equilíbrio, projeções e imobilizações.
Contudo, mesmo a partir do embasamento do judô, este não se torna estático, portanto o seu ensinamento deve sempre recorrer à sua origem como forma de mostrar ao aluno que ele tem sua história, e que esta está sendo construída com o passar do tempo. O aluno deve saber que, por exemplo, as quedas e os rolamentos possuem significado histórico, que é o de eliminar as contusões do antigo jiu-jítsu que visava à morte do oponente, ou seja, o aluno deve, além de fazer, saber por que está fazendo.
Ao passo que a modernidade capitalista e sua busca pelo lucro passam a ser predominantes na sociedade e conforme a cultura japonesa se ocidentaliza, o judô torna-se esporte-espetáculo, tornando-se esporte de rendimento e entra para as Olímpiadas em Tóquio (1964). O fato é que, tendo se tornado esporte de rendimento, o judô incorpora os processos de seleção e de especialização de atletas, o treinamento desportivo exaustivo, dessa forma, deixando de lado seu sentido histórico-cultural original e preocupando-se apenas com seus aspectos técnicos e de rendimento atlético. O único interesse passa a ser a competição.
O judô chega ao Brasil nas décadas de 20 e 30, por consequência da necessidade de mão de obra ao país e que possibilita a vinda de imigrantes japoneses que trazem consigo o judô e iniciam sua prática como forma de matar a saudade da terra natal. Em decorrência do desemprego, as primeiras academias de judô são fundadas e a partir daí o judô é totalmente difundido no país.
Avaliando todo o desenvolvimento da crítica, podemos concluir que o ensinamento do judô deveria ser conectado diretamente com as múltiplas relações em nossa sociedade, incentivando os alunos a perguntarem aos pais e avós o que eles conhecem do judô e como obtiveram esse conhecimento, perguntando a eles se praticam o judô como forma de lazer ou se assistem filmes sobre o tema, questionando se os mesmos possuem o gosto pela atividade física e se o judô estaria incluído entre as atividades, entre outras coisas, e por consequência, mostrando ao aluno o papel do judô na sociedade. 

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Aula 6 - 05-09-12 Judô part 2

No começo da Aula, teve um breve aquecimento, foi feita as brincadeiras arranha (4 apoios) e cachorrinho (6 apoios ) , o objetivo era o cachorrinho ou a aranha derrubar os outros puxando pela perna, assim fazendo um reconhecimento do ambiente, e se familiarizando com as quedas.

Lucas sendo a Aranha

                                                                                                                                                                             







Suzi sendo o cachorrinho



























Atividade 1.  Rolamento de ombro - pode ser executado de joelhos , meia altura ou de pé. Com crianças é mais fácil trabalhar de forma lúdica, mostrando a técnica contando uma historia, "coelho na toca", trabalhando dessa forma é mais fácil ensinar a criança passar a mão por dentro a mão apoiada e executando corretamento o rolamento. Apesar do trabalho ter sido iniciado de joelhos a criança acha mais fácil fazer em pé.



Atividade 2 - Queda frontal - Sempre cair com o antebraço e a com a palma da mão, isso evita que o atleta bata com o rosto no tatame.



Atividade 3 - Imobilização- Ossae-waza. é dificil o oponente sair se a imobilização for feita corretamente, o oponente pode se bater, e vai ficar rodando no tatame que não vai escapar, porem se tiver uma falha, o que esta sendo imobilizado pode girar o quadril e sair por cima do outro, ou escapar pelo pescoço, jogando sua perna por cima, fazendo com que surja uma nova imobilização.





Atividade 4 - Koshi-Guruma - Começa com o Gola-manga, depois coloca-se o braço direito em volta do pescoço enquanto a mão esquerda mantem o equilíbrio,  com ajuda do controle do pescoço, iniciasse o movimento de rotação do tronco, com uma  ligeira flexão das pernas, estica os joelhos energicamente com rotação do corpo para projetar o oponente.






quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Aula 5 29/09, Judô!

Atividade 1 - Começamos com alongamento um pouco mais focado para lombar, que se usa muito no judô, depois fizemos rolamentos para frente e para trás como da ginástica, com uma diferença, rolamento do judô se faz com o ombro; E tomando cuidado com o pescoço tendo que na hora do giro colocar o queixo no peito.

Atividade 2 - Agora com os joelhos flexionados e mãos para frente


Atividade 3- Começamos a aprender como se faz a "pegada", primeiro a pegada na gola do kimono, ou blusa, com as duas mão em cada lado da gola, ou com uma das mãos na gola e outra contrária no ante-braço (manga), se movimentando com os pés arrastando no chão, sem tira-los da superfície;



Atividade 4 - Começamos com alguma tecnicas do "osotogari", primeiro a pegada, uma mão na gola e a contrária na manga, o oponente com as pernas um pouco afastadas, o atacante projetava uma das pernas de fora quase ao lado da do oponente, porém, dando distância uma da perna do oponente, em seguida a outra perna era projetada por tráz da perna do oponente e o derrubava, porém, o auxiliando na queda, o oponente tinha que cair batendo a palma da mão antes no chão;

Atividade 5 - Rasteira para frente (rodão) técnicas parecidas com a da atividade anterior, porém, não se passava a perna por tráz do oponente e sim pela frente como mostra a foto a seguir:

Logo após este exercício, teve outro, em que com a pegada ainda tinha que tentar derrubar o adversário dando rasteira pela frente.